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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

NApOc Purus - G 152 / PWPU, Primeira escala em Santos


Está previsto para dia 30/11/2018 às 0830 h, realizando sua primeira escala em Santos  o NApOc Purus - G 152 (Navio de Apoio Oceânico)

A embarcação do tipo AHTS (Anchor Handling Tug Supply) construída em 2011, ex Sea Fox / 5BCP3, foi incorporado a Marinha do Brasil em 2018.

No momento não informação  se abrirá visitação pública no momento.

Foto: Flávio Potameia, Rio de Janeiro

sexta-feira, 8 de julho de 2016

NE Brasil (U 27) / PWBL - Aberto a visitação pública no domingo, 10/07


O NE (Navio Escola) "Brasil" (U 27), pertencente a Marinha do Brasil, estará aberto a visitação pública no domingo, dia 10/07/2016, entre 14 e 1700 h, a entrada é franca.


A embarcação esta atracada no cais da Mortona (Outerinhos 1), localizado próximo ao final do canal 4 com o cais.

Participando de adestramento operativo para a preparação da 30º Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (XXXVIGM), , com o objetivo é complementar os conhecimentos teóricos dos Guardas-Marinha na Escola Naval; e aprimorar a formação cultural dos futuros Oficiais da Marinha do Brasil e representar o país e a Marinha nos diversos portos visitados.


Fotos: Michel Fares Filho

quinta-feira, 7 de julho de 2016

sábado, 25 de junho de 2016

NPo Almirante Maximiano (H 41) / PWPM - Maiden Call do "Tio Max" em Santos


Em sua primira escala em Santos, atracou no cais da Mortona (Outeirinhos 1) na manhã do dia 23/06/2015, o NPo (Navio Polar) "Almirante Maximiano" (H 41) (IMO 7391294), em sua primeira escala na cidade desde sua incorporação a Marinha do Brasil.

Em escala rápida , a embarcação tem previsão para suspender às 10:00 h do dia 26.

Histórico resumido do navio, extraido do Navios de Guerra Brasileiros / NGB:

NPo Almirante Maximiano - H 41

Classe Theriot Offshore V

"Tio Max"

D a t a s

Batimento de Quilha: 20 de agosto de 1973
Lançamento: 13 de fevereiro de 1974
Entrega: junho de 1974
Incorporação (MB): 3 de fevereiro de 2009
Baixa (MB): ?

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 5.450 ton (máximo), 3865 ton (gross tonnage), 1159 ton (net tonnage) e 1764 (dwt).
Dimensões: 93.4 m de comprimento total e 82.21 m entre pp, 13.4 m de boca, 6.59 m de calado.
Propulsão: diesel; 2 motores diesel de 12 cilindros Caterpillar modelo 3612TA, transmissão direta, gerando 4.262 bhp cada, acoplados a dois eixos com hélices de passo fixo. É equipado com um Bow Thruster transversal.
Velocidade: 10 nós (cruzeiro) e 13 nós (máxima).
Raio de Ação: 20.000 milhas náuticas e 90 dias de autonomia.
Armamento: nenhum.
Sensores: ?.
Equipamentos: ecobatímetro multifeixe para grandes profundidades; guinchos oceanográficos e geológicos; perfilador doppler de corrente; sistema DP (posicionamento dinâmico; sistema de aquisição e análise de dados oceanográficos, meteorológicos e geológicos; sistema de comunicações mais moderno; instalação de rede interna com acesso à Internet.
laboratórios para pesquisa científica, conforme seguinte distribuição: 3 laboratórios secos, com 50 m² cada; e 2 laboratórios molhados, com 20 m² cada. Dois laboratórios secos deverão dispor de repetidoras de ecobatímetro, giro e GPS.
Aeronaves: 2 helicópteros Hélibras UH-12/13 Esquilo.
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 106 homens, sendo 76 militares e 30 pesquisadores.

H i s t ó r i c o

O Navio Polar Almirante Maximiano - H 41, ex-Ocean Empress, ex-Naeraberg, ex-American Empress, ex-Maureen Sea, ex-Scotoil I, ex-Theriot Offshore I, é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, hidrógrafo de destaque e Ministro da Marinha de março de 1979 a março de 1984, no Governo do Presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo. Foi construído pelo estaleiro Todd Pacific Shipyards Corp., em Seattle, Washington, onde o então casco n.º 58 teve a sua quilha batida em 20 de agosto de 1973, foi lançado ao mar em 13 de fevereiro de 1974 e foi entregue em junho de 1974, mas só iniciou suas operações comerciais em 19 de dezembro de 1978.

O Ocean Empress, pertencia a empresa russa ASK Subsea/Isis Viking Ltd e estava no estaleiro Bredo Bremerhavener Dock GmbH, de Bremerhaven (Alemanha) onde sofria obras de reconstrução para voltar a operar como Navio de Apoio a Plataformas para emprego no Mar Báltico. Pela Portaria n.º 245 de 08/08/2008 do CM foi criado em caráter temporário o Grupo de Recebimento do Navio Polar Almirante Maximiano (GRNPOM), subordinado a Diretoria-Geral do Material da Marinha, inicialmente funcionando no Brasil e depois transferido para Bremerhaven na Alemanha. O GRNPOM composto por oficiais e praças da tripulação de recebimento teve como Encarregado o então Capitão-de-Fragata Sérgio Ricardo Segóvia Barbosa que foi efetivado no comando quando o navio foi incorporado a Marinha do Brasil na condição de Navio Isolado, quando o Grupo foi extinto. Em 27 de agosto de 2008 foi assinado convenio entre a Marinha, o Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT (por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP) e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP) com recursos não-reembolsáveis no valor de R$ 69 milhões para o projeto e o navio foi adquirido 3 de setembro de 2008.

Foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado a Armada em 3 de fevereiro de 2009, em cumprimento as Portarias n.º 389 de 19/12/2008 e n.º 4 de 12/01/2009 e a Ordem do Dia n.º 1/2009 do EMA, em cerimônia realizada em Bremerhaven (Alemanha), presidida pelo CEMA AE Aurélio Ribeiro da Silva Filho. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Sérgio Ricardo Segovia Barbosa.


Fotos: Silvio Roberto Smera - 23/06-2016
Fonte: Navios de Guerra Brasileiros - NGB

sexta-feira, 10 de julho de 2015

NE Brasil (U 27) / PWBL - Demandando Santos na manhã do dia 10/07/2015


Imagens do Navio Escola "Brasil" (U 27) demandando o cais da Morotana em viagem de adestramento na man~ha do dia 10/07/2015.


A embarcação abrirá visitação pública no dia 12/07/2015 no periodo entre 14 e 1700 h.


O Navio Escola Brasil - U 27, foi o terceiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao nosso país. Foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro - AMRJ, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro. Em dezembro de 1975 a Marinha iniciou o projeto de substituição do NE Custódio de Mello - U 26. Seu projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval - DEN a partir do casco das fragatas classe MK 10. Em junho de 1978 a DEN concluiu a viabilidade do projeto sendo iniciados os trabalhos de adaptação e detalhamento, sendo o projeto de contrato em março de 1981. Em 18 de setembro de 1981, foi batida a quilha do casco 106, em cerimônia presidida pelo Ministro da Marinha, AE Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, e que contou com a presença do Ministro dos Transportes Dr. Eliseu Rezende e do Chefe do EMFA, General-de-Exercito Alacyr Frederico Werner, além de outras autoridades, foi lançado em 23 de setembro de 1983. Depois de realizar as provas de mar e a avaliação dos sistemas de armas e navegação, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado em 21 de agosto de 1986, em cerimônia realizada no Dique "Almirante Regis", que foi presidida pelo então Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Luiz Leal Ferreira, com a presença do Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Henrique Sabóia. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Alberto Annaruma Júnior.


 Para ver / saber mais sobre o NE Brasil:







    Fotos: Michel Fares Filho - 10/07/2015

    sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

    N/T Marajó (G 27) / PWMJ - O "Elefantinho" na Aspirantex 2015, Santos/SP (Imagens)


    Imagens do N/T Marajó (G 27) demandando o cais do armazém 33/34 na tarde do dia 01/02/2015, em comissão na parte final da operação Aspirantex 2015.

    A embarcação não abriu visitação publica durante sua estadia esuspendeu para retorno ao Rio de Janeiro na manhã do dia 3.


    O Navio de Tanque Marajó - G 27, é o terceiro navio a ostentar esse nome(1) na Marinha do Brasil, em homenagem a Ilha do mesmo nome localizada no estuário do Amazonas. Em 23 de novembro de 1965 a Comissão de Construção Naval assinou o contrato de construção com o estaleiro ISHIBRAS - Ishikawajima do Brasil S/A, no Rio de Janeiro. Teve sua quilha batida em 13 de dezembro de 1966, foi lançado e batizado em 31 de janeiro de 1968, em cerimônia que contou com a presença do Presidente da Republica, Marechal Arthur da Costa e Silva. Depois de realizar as provas de mar, foi submetido a Mostra de Armamento em 22 de outubro de 1968 e foi incorporado a Armada e a Força de Transporte em 8 de janeiro de 1969. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Raphael de Almeida Cunha Medeiros.

    Vídeo Blog Canal do Porto de Santos
    www.canaldoportodesantos.com



    A oficialidade do recebimento do Marajó foi a seguinte:
    • CF Raphael de Almeida Cunha Medeiros - Comandante
    • CC Heraldo Egger - Imediato
    •  CC Hamilton Martins Pereira da Silva
    • CT Roberto Luiz Gomes de Oliveira
    • 1º Ten. Milton Benevides dos Guaranys
    • 1º Ten. Affonso Mendes
    • 1º Ten. Miguel Angelo Davena


    C a r a c t e r í s t i c a s
    • Deslocamento: 6.600 ton (grt), 11.119 ton (dwt), 15.111 ton (carregado).
    • Dimensões: 137.10 m de comprimento, 129.69 m de comprimento entre pp, 21.3 m de boca e 7.6 m de calado máximo.
    • Propulsão: Diesel; 1 motor diesel Sulzer GRD 68 de 8.000 hp, acoplado a um eixo.
    • Combustível: 700 toneladas.
    • Energia Elétrica: gerador diesel de 1.200 Kw.
    • Velocidade: máxima de 13.6 nós.
    • Raio de Ação: 9.200 milhas náuticas à 13 nós.
    • Armamento: nenhum.
    • Sensores: 2 radares de navegação, um tipo Racal-Decca TM-1226 e um Racal BT-503.
    • Capacidade de Carga: 7.470 toneladas de óleo combustível (NSFO) e 2.400 t. de óleo diesel. Sofreu modificações técnicas em 1985 e 1991, para poder transportar também Óleo Combustível Diesel (MAR-C). É equipado com duas estações de transferência de combustível em cada bordo a meia nau (sistema Span Wire).
    • Código Internacional de Chamada: PWMJ
    • Tripulação: 121 homens, sendo 13 oficiais e 108 praças.


    Notar as estações de transferência de combustiveis 1 e 2 não estavam operacionais
















    Fotos: Marcelo 'MO' LOpes, Blog Canal do Porto de Sants - 01/02/2015

    sábado, 6 de novembro de 2010

    RbAM Tridente (R 22) - PWYX - Demanda Santos auxiliado por rebocadores

    Visão superior pelo través de bombordo - Silvio Roberto Smera® - 11/12/2007

     
    Visão superior da popa - Rogério Cordeiro® - 14/12/2007


    Brasão do "Brasinha", apelido do RbAM Tridente (R22)

    RB Sculptor - Rogério Cordeiro - 04/11/2010 

    RB Cepheus - Gustavo Castro de Sousa® -  02/09/2010

    O rebocador de alto mar Tridente (R 22) da Marinha do Brasil, atracou no cais da Mortona np começo da noite deste sábado. Ainda não se sabe qual o motivo da escala do "Brasinha" por  aqui, mas possivelmente devido a algum tipo de problema de máquinas e entrou auxiliado pelos rebocadores Sculptor e Cepheus, da Wilson Sons.


    Telas do AIS com o Tridente e os rebocadores de porto na boca da barra de Santos
     
     

    Construído pelo ESTANAVE (Estaleiro da Amazônia S.A.) em Manaus/AM, segundo de uma série de tres RbAM´s,  subordinado ao 1oDN e ao Salvamar no Rio de Janeiro, tendo participado de inúmeras fainas de reboque e salvamento desde sua incorpotação em 1987.
    A Marinha opera mais dois navios da classe Triunfo, o RbAM Tritão (R 21) e o RbAM Triunfo (R 23). Mais informações sobre o RbAM Tridente podem ser encontradas aqui.


     
    Felipe Vaz® - 06/11/2010 

    Fonte Auxiliar utilizada: