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terça-feira, 21 de novembro de 2017

NPa Gurupá - P 46 / PWGE, Demandando a Mortona


Na manhã do dia 18/11/2017 demandava o cais de Outeirinhos, na Mortona o NPa (Navio Patrulha) classe Grajaú da Marinha do Brasil "Gurupá" - P 46, o 'Leão do Mar' em comissão de patrulha no litoral de São Paulo.


Subordinado ao 1o DN no Rio de Janeiro, o Navio Patrulha Gurupá, foi ordenado em 1994 como parte do 4º lote de duas unidades da classe, junto ao estaleiro Peenewerft GmBH, em Wolfgast, Alemanha. O Gurupá é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. Foi construído seguindo o projeto do estaleiro Vosper-QAF Ltd, de Singapura. Teve quilha batida em setembro de 1994, foi lançado ao mar em 11 de maio de 1995, foi submetido a Mostra de Armamento em 25 de setembro de 1995 e incorporado à Armada em 8 de dezembro de 1995, ocasião em que assumiu o o comando o Capitão-Tenente Alexandre de Moraes Reis.


Para ver / saber mais sobre o navio:


Fotos: Roberto Smera - 18/11/2017

quinta-feira, 23 de março de 2017

F Constituição - F 42 / PWCO, A 'Urso' demandando Santos, durante a Operação Aderex I/2017, 17/02/2017


Imagens da Fragata "Constituição" - F 42, da classe Vosper Mk 10 da Marinha do Brasil demandando o cais de Outeirinhos, na região da Mortona, em Santos na tarde do dia 17/02/2017, surante a Operação Aderex I/2017.




H i s t ó r i c o

A Fragata Constituição - F 42, é o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. A Constituição foi a quarta de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha. Foi a terceira unidade da classe Niterói a ser construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra. Teve sua quilha batida em 13 de março de 1974. Foi lançada e batizada em 15 de abril de 1976, tendo como Madrinha a Sra. Stella de Oliveira Campos, esposa do Embaixador do Brasil na Inglaterra Dr. Roberto de Oliveira Campos. Entre 31 de outubro e 15 de dezembro, realizou suas primeiras saídas para o mar a fim de realizar a provas de casco, maquinas e sistemas a cargo do estaleiro construtor. Nessa ocasião foram navegadas 3.175.5 milhas e feitos 14.5 dias de mar. Em 10 de março, iniciou as provas finais de aceitação. Depois de realizar as provas de mar, foi aceita e incorporada em 31 de março de 1978. Naquela oportunidade, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Heitor Alves Barreira Júnior.

Para ver / saber mais sobre o navio: NGB - Navios de Guerra Brasileiros:










Fotos: Marcelo 'MO' Lopes - 17/02/2017 - mmls10@uol.com.br

terça-feira, 24 de maio de 2016

NB Faroleiro Mário Seixas (H 26) / PWMX - Navio Balizador da Marinha do Brasil, atracado no cais da Mortona, CPSP


Imagens do Navio Balizador "Faroleiro Mario Seixas (H 26), Pertencente a Marinha do Brasil,  atracado no cais da Mortona, na Capitânia dos Portos do Estado de São Paulo (CPSP), em comissão hidrográfica e de manutenção na sinalização náutica, na tarde do dia 14/05/2016.


O navio é o primeiro navio na Marinha do Brasil a ostentar esse nome. É uma homenagem ao Agente de Atividades Marítimas e Fluviais Mario Seixas dos Santos, que prestou relevantes serviços na função de encarregado de vários faróis, no balizamento do Porto de Salvador e na Vigilância de Combate,  durante a Segunda Guerra Mundial.

A embarcação tem como função atuar na manutenção de boias e equipamentos de sinalização náutica em canais navegáveis em portos, baias,estuários e rios.


Construído em 1962,  em Vigo, Espanha como navio pesqueiro "Cabana". 
Adquirido por armador nacional de pesca, foi renomeado"Brasil I", operando ma costa de Pernambuco. 
Fatos:
  • 1964 Foi arrestado pelo Banco Central, em troca de uma divida, e doado a SUDEPE (Superintendência do Desenvolvimento da Pesca), em 1967, que o renomeou "Mestre Jerônimo". 
  • 1979, foi doada à Marinha do Brasil.
  • 1983 foi modernizado e passou por manutenção geral  pelo estaleiro CORENA  Metalurgia e Construções Navais S/A, em Itajaí, SC
  • Incorporado a Marinha do brasil em 31 de janeiro de 1984 



Características Técnicas:
  • Deslocamento :234 t.
  • Dimensões : 35,45 m de comprimento, 6,65 m de boca, e 2,51 m de calado máximo carregado.
  • Tripulação: 19 homens (2 oficiais)
  • Propulsão: 2 motores diesel Scania DST-14 MO3 de 354 bhp cada
  • Velocidade: 8 nós.
  • Raio de Ação: 1.400 milhas náuticas / 10 dias de mar
  • Eletricidade: 2 geradores diesel de 60 KvA.
  • 1 pau de carga com capacidade de 10 t.






Fotos: Marcelo 'MO' Lopes - 14/05/2016 - mmls10@uol.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Fragata União (F 45) / PWUN - Demandando o cais da Mortona, fotos em detalhes


Imagens em detalhes da Fragata "União" (F 45), classe Vosper Mk 10, demandando o cais da Mortona, na manhã do dia 10/12/2015, como parte das comemorações do Dia do Marinheiro (13/12).


A Fragata União - F 45, é o sexto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. A União foi a sexta e ultima de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a segunda construída pelo AMRJ - Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro. 



Teve sua quilha batida em cerimônia conjunta com a da F Independência em 11 de junho de 1972, foi lançada e batizada em 14 de março de 1975, tendo como Madrinha a Sra. Hilda Faria Lima, esposa do então Governador do Estado do Rio de Janeiro. Entre 2 de junho e 30 de julho, realizou as Provas de Mar, tendo disparado nessa ocasião 44 tiros com o canhão de 4.5 pol e dois foguetes A/S com o Boroc. Depois de realizar as provas de mar, foi aceita e incorporada em 12 de setembro de 1980.




C a r a c t e r í s t i c a s
  • Deslocamento: 3.200 ton (padrão), 3.800 ton (carregado).
  • Dimensões: 129.2 m de comprimento, 13.5 m de boca e 5.9 m de calado.
  • Propulsão: CODOG (Combined Diesel or Gas) com 2 turbinas a gás Rolls-Royce Olympus TM3B 28.000 shp cada; 4 motores MTU 16V956 TB91 de 3.940 bhp cada, acoplados a dois eixos e dois hélices Escher-Wyss passo variável.
  • Eletricidade: 4 geradores diesel de 1.000 kw cada.
  • Velocidade: máxima de 30.5 nós.
  • Raio de ação: 1.300 milhas náuticas a 28 nós (turbinas Olympus) ou 4.200 a 19 nós (4 motores diesel).
  • Armamento: 1 canhão Vickers Mk 8 de 4.5 polegadas/55 calibres (114mm); 2 canhões Bofors L/70 de 40 mm; em dois reparos singelos; 1 lançador de mísseis anti-submarinos Ikara; 2 lançadores triplos de mísseis antiaéreos de defesa de ponto Sea Cat; um morteiro duplo do foguetes SR-375 BOROC de 375mm e 2 lançadores triplos STWS Mk 1 de torpedos A/S de 324mm.
  • Sensores: 1 radar de vigilância aérea tipo Plessey AWS-2, com o IFF Mk 10; 1 radar de vigilância de superfície ZW-06; agulhas giroscópicas Sperry Mk-19; 2 radares de direção de tiro Orion RTN-10X; MAGE FH-5 radiogoniometro HF D/F; Decca RDL-2/5 e CDL-160 radiogoniometro VHF; e sonar de casco EDO-610E.
  • Sistema de Dados Táticos: CAAIS, com Link 11.
  • Aeronaves: 1 helicóptero Westland SAH-11 Lynx.
  • Código Internacional de Chamada: PWUN
  • Tripulação: 209 homens, sendo 22 oficiais e 187 praças.
Obs:Características da época da incorporação.





O navio estará aberto a visitação pública nos dias 12 e 13 de dezembro no período entre 1400 e 1800 h.





















Fotos: Marcelo 'MO' Lopes - 10/12/2015 - mmls10@uol.com.br