Imagens do ORSV (Oil Recovery Stand by Vessel) nacional "Jim O'Brien" (IMO 9726279, Wilson, Sons casco 164 / Damen Gorinchem casco 556001, dezembro de 2015) demandando obEstaleiro Wilson, Sons, no Guarujá para docagem e manutenção, na manha do dia 03/03/2017.
O navio, primeiro de uma série de 4 da mesma clase encomendados pelo armador Ocean Pact Serviços Maritimos S/A, Rio de Janeiro/RJ, Brasil, são equipados com os mais modernos recursos disponíveis para operações de oil spill. Os dois primeiros (Jim O’Brien e Fernando de Noronha) serão entregues em 2015 e os demais em 2016. navios, que servirão à Petrobras, contarão com os mais modernos recursos disponíveis para operar e serão afretados a Petrobrás em operações de oil spill.
Imagens do SDSV (Shallow Dive Support Vessel) nacional classe S-DSV-S5008 "Oceaânicasub V" (IMO 9778181, 400 grt) em provas de mar , antes de sua entrega, na manhã do dia 17/12/2016.
Construído pelo estaleiro Arpoador Engenharia Ltda., Guarujá/SP, casco nr. 017, foi lançado ao mar em maio de 2016, sob encomenda do armador Oceânica Engenharia e Consultoria, Rio de Janeiro.
A embarcação classe S-DSV-S5008, foi projetada para apoio a atividades de mergulho e lançamento de ROV’s, foi construído em alumínio naval a partir de projeto básico da Incat Crowther, com casco deslocante em forma de “V” modificado.
A propulsão se dá com quatro hidrojatos Cummins Hamilton QSK19-M de 669 bhp x 2.100 bhp cada, velocidade de 12,5 nós
O navio opera em DP2 Konsberg auxiliado por sistema acústico HIPAP da Sonardyne. Opera um sino de mergulho e dois lançadores de ROV’s, um para 2.000m e outro para 300m. . Três Bow Thrusters de 200 HP auxiliam o sistema DP2.
Dois guindastes auxiliares transferem carga de terra e lançam o bote de apoio.
Uma câmara de descompressão está situada no convés principal.
Classe RINA: Special Service, DYNAPOS AM/AT R, DIVINGSUPPORT, AUT-CCS, Unrestricted
Capacitado para 37 tripulantes em 13 cabines, entre mergulhadores, operadores e tripulantes, equipado com 13 banheiros a bordo, restaurante, sala de entretenimento e academia.
Imagens do SDSV (Shallow Dive Support Vessel) nacional classe S-DSV-S5008 "Oceaânicasub IV" (IMO 9778119, 400 grt) em provas de mar , antes de sua entrega, na manhã do dia 09/07/2016.
Construído pelo estaleiro Arpoador Engenharia Ltda., Guarujá/SP, casco nr. 017, foi lançado ao mar em maio de 2016, sob encomenda do armador Oceânica Engenharia e Consultoria, Rio de Janeiro.
A embarcação classe S-DSV-S5008, foi projetada para apoio a atividades de mergulho e lançamento de ROV’s, foi construído em alumínio naval a partir de projeto básico da Incat Crowther, com casco deslocante em forma de “V” modificado.
A propulsão se dá com quatro hidrojatos Cummins Hamilton QSK19-M de 669 bhp x 2.100 bhp cada, velocidade de 12,5 nós
O navio opera em DP2 Konsberg auxiliado por sistema acústico HIPAP da Sonardyne. Opera um sino de mergulho e dois lançadores de ROV’s, um para 2.000m e outro para 300m.
. Três Bow Thrusters de 200 HP auxiliam o sistema DP2.
Dois guindastes auxiliares transferem carga de terra e lançam o bote de apoio
Uma câmara de descompressão está situada no convés principal.
Classe RINA: Special Service, DYNAPOS AM/AT R, DIVINGSUPPORT, AUT-CCS, Unrestricted
Capacitado para 37 tripulantes em 13 cabines, entre mergulhadores, operadores e tripulantes, equipado com 13 banheiros a bordo, restaurante, sala de entretenimento e academia.
Características Técnicas e de Registro:
Nome: Oceanicasub Ⅳ
IMO: 9778179
Indicativo: PYZS
Ano de Construção: 2016
Comprimento: 43,00 m
Boca: 9,00 m
Pontal: 4,25 m
Calado: 2,00 m
Arqueação Bruta (Gross): 400 t.
Porte Bruto (DWT): 175 t.
Porto de Registro: Rio de Janeiro
Vídeo do lançamento do navio, publicado por Bruno Oliva:
Acima, o AHTS Geonísio Barroso, bandeira brasileira, classe UT-722.
Um AHTS (Anchor Handling Tug Supply), é uma embarcação polivalente, especializada em operações do tipo offshore, sendo utilizada em operações de manobras de âncoras e no posicionamento de plataformas, reboques oceânicos de grandes estruturas e embarcações (a grande maioria de movimentações oceânicas de plataformas de petróleo e FPSO´s são realizadas pelos AHTS, ao invés de RbAM), socorro e salvamento, combate a incêndios, transporte de suprimentos e cargas múltiplas, tais como equipamentos para perfuração e prospecção de petróleo, tubulações, contêiners, correntes, possuindo ainda tanques específicos para transporte de combustível, água potável, drill water, cimento, barita, betonita, slops, entre outros. Sua presença é notada em todas as regiões onde há prospecção de petróleo no mar.
Em 2008, tivemos a oportunidade de visitar o AHTS Bos Turmalina, bandeira brasileira, afretado à Petrobras, atracado no armazém 27, onde estava embarcando correntes para movimentação de ferros de plataforma petrolíferas. O navio pertence a classe UT-722L (uma versão renovada do UT-722), um projeto concebido em 1998 pela empresa norueguesa Rolls-Royce Marine A/S, e é construído sob licença em diversos estaleiros pelo mundo. O Turmalina é de propriedade do armador Bos Navegação Ltd., sediada em Macaé/RJ, subsidiária da norueguesa Farstad Shipping ASA, Aleesund. O navio se destaca pela automatização, possuindo um passadiço digital com equipamentos de navegação e comunicações de última geração como: Sistema de Posicionamento Dinâmico (DP), GPS Diferencial (DGPS), radares Arpa, cartas náuticas eletrônicas, rádios VHF, fax, telefone, internet e praça de máquinas automatizada.
Quanto as instalações habitáveis, o navio é dotado de camarotes-suítes, (individuais para os oficiais superiores e duplos para demais oficiais e guarnição), refeitório, sala-de-estar (Praça d'Armas), uma pequena mas bem equipada academia para prática de ginástica, enfermaria, além de escritórios de convés e máquinas.
O AHTS Bos Turmalina, durante escala no Porto de Santos para o embarque de correntes para movimentação de ferros de plataformas petrolíferas.
Quase todas as operações são controladas pelos oficiais de náutica a partir de uma estação localizada a ré do passadiço, de onde é possível ter todo o controle dos equipamentos, guinchos e thrusters do navio. Sendo uma unidade de Posicionamento Dinâmico, é necessário ter uma visão e um controle geral sobre as operações que em geral são delicadas e feitas na proximidade de grandes estruturas e muitas vezes sob condições meteorológicas extremamente adversas. Desta mesma estação também podem ser controlados os ROV (Remotely Operated Underwater Vehicle) ou Veículo Submarino Remotamente
Controlado, embarcados quando o navio realiza operações de apoio submarinas, sendo que em alguns AHTS maiores e mais modernos os ROV fazem parte da dotação de equipamentos orgânicos do navio.
A guarnição padrão de um AHTS é formada por 16 pessoas, no caso do Bos Turmalina são 17:
Comandante (CCB), Imediato (CCB/1ON), 2 Oficiais de Quarto e Convés (1ON e 2ON, Pilotos), Contramestre (CTR), 4 Marinheiros de Convés (MNC), Chefe de Máquinas (OSM/1OM), Subchefe de Máquinas (1OM/2OM), Eletricista (ELT), 3 Marinheiros de Máquinas (MNM), Cozinheiro (CZA) e Taifeiro (TAA). A guarnição trabalha em esquema de 28 x 28 dias, com tripulação fixa (duas tripulações) com troca completa, sempre ocorrendo no Terminal de Macaé/RJ.