domingo, 1 de maio de 2011

Atualização NMB - N/M´s 'Siderurgica Seis' e 'Siderurgica Sete'


Inclusos no site Navios Mercantes Brasileiros (NMB) os N/M´s siderurgica Seis e Sete

http://www.naviosbrasileiros.com.br/nmb/S/siderurgica-seis/siderurgica-seis.html

http://www.naviosbrasileiros.com.br/nmb/S/siderurgica-seis/siderurgica-seis.html


Foto: Coleção Maurício Villar

6 comentários:

  1. Muito bom

    Praticamente não há nada seja em livros, seja na net destes navios

    Muito obigado em disponibilizar paranós estes navios quee passaram 'literlmente' desapercebidos por culpa de nossa rala, pra não dizer inexistente cultura maritima/naval

    Abs
    Carlos
    Cabedelo/PB

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  2. Siderurgica Seis:

    Para ajudar a contar um pouco da história e principalmente preservar a memória desse navio, passo a relatar os seguintes fatos:

    Fui tripulante do "Siderurgica Seis", como 2º e depois 1º Piloto, no período de outubro de 1955 a janeiro de 1957. O Comandante do navio era o Capitão de Longo Curso Milton Pimentel.
    O "Seis" foi construído na França em 1955 e, na sua viagem de vinda para o Brasil, trouxe cimento de Gdansk, na Polônia, para a Argentina. Ali carregou trigo, para o porto de Santos (SP), onde embarquei e fiz as primeiras seis viagens do navio para a América.
    Carregávamos minério, sempre em Vitória (ES) com destino a Newport News e Baltimore, na costa leste dos Estados Unidos, de onde trazíamos carvão para o Rio de Janeiro (RJ).
    A viagem durava em média 20 dias de mar ( 12 até Trinidad, mais 8 até a América ) e vice versa.
    A escala em Port of Spain (Trinidad ) era necessária para o reabastecimento ( água e óleo ) do navio.
    Numa dessas idas o "Seis" enfrentou bravamente violenta zona tempestuosa ( um rabo de ciclone ), sofrendo inclusive diversas avarias.
    Viajei pouco tempo no mar, mas guardo as lembranças e a honra de ter feito parte da Marinha Mercante Brasileira.
    Saudações.
    Alvaro Pestana
    Laguna (SC), dezembro de 2019

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    1. Meu pai também viajou nos navios dessa companhia nessa época.

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  3. Alvaro Pestana, meu tio Otávio Barroca foi buscar este navio na França, se não me engano em Bordeau. Você o conheceu?

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    1. Maurício Villar, não me lembro do seu tio Otávio Barroca, mas penso, que os que trouxeram o " Seis" para o Brasil, fizeram uma viagem histórica.
      Abraços
      Alvaro Pestana
      Laguna(SC), outubro/2020

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